Pular para o conteúdo
Informação que conecta. Ideias que transformam.
in tree in tree

Um olhar atento para
um mundo conectado.

Blog

O ressurgimento do marketing por email: por que newsletters estão bombando novamente

As newsletters voltaram a ganhar força em 2026 como estratégia de conteúdo, relacionamento e monetização. Com redes sociais cada vez mais dependentes de algoritmos, empresas e criadores estão investindo em audiências próprias, segmentação, curadoria e comunicação direta por email. O crescimento de plataformas como Substack e beehiiv reforça essa nova fase do email marketing, marcada por conteúdo editorial, personalização, IA e modelos de receita baseados em assinaturas, publicidade e serviços.

Por agencia.sekoia@gmail.com
marketing email e newsletter

Durante anos, o marketing digital pareceu caminhar em uma única direção: Redes sociais, vídeos curtos, influenciadores e algoritmos de recomendação cada vez mais sofisticados.

Nesse cenário, o email chegou a ser tratado como uma ferramenta ultrapassada.

Em 2026, porém, as newsletters voltaram ao centro de muitas estratégias de conteúdo.

Criadores independentes estão construindo negócios baseados em assinaturas. Empresas estão investindo novamente em bases próprias de contatos. Grandes veículos estão experimentando plataformas originalmente associadas a newsletters independentes.

O movimento é suficientemente relevante para que o Reuters Institute tenha destacado, em suas tendências para 2026, a entrada de organizações tradicionais de mídia em plataformas como Substack e a aproximação crescente entre publishers tradicionais e criadores independentes.

Em vez de tratar newsletters apenas como ferramentas promocionais para anunciar descontos, uma nova geração de publishers está utilizando a caixa de entrada como canal direto de distribuição, relacionamento e monetização.

E existem algumas razões importantes para isso.

As redes sociais ajudaram a tornar o email interessante novamente

Parece contraditório, mas parte do crescimento das newsletters está relacionada justamente à transformação das redes sociais.

Uma empresa pode construir 100 mil seguidores no Instagram, TikTok, LinkedIn ou outra plataforma.

Isso não significa que suas próximas publicações serão mostradas para essas 100 mil pessoas.

Algoritmos determinam quais conteúdos aparecem, para quem aparecem e em qual momento.

Uma mudança no sistema de recomendação pode alterar rapidamente o alcance de um perfil.

No email, a lógica é diferente.

Quando alguém fornece voluntariamente seu endereço e aceita receber uma newsletter, existe uma relação de distribuição muito mais direta.

Isso não significa que todos os emails chegarão à caixa principal ou serão abertos. Provedores ainda utilizam filtros de spam, reputação e diferentes critérios de entrega.

Mesmo assim, a empresa possui uma lista de assinantes que pode utilizar de acordo com as regras aplicáveis, em vez de depender exclusivamente da distribuição oferecida por uma rede social.

A beehiiv, plataforma especializada em newsletters, descreve justamente essa característica como uma das forças do formato em 2026: distribuição para uma audiência que optou por manter aquele relacionamento.

Essa diferença levou muitas marcas a pensar novamente em um conceito antigo do marketing digital:

construir audiência própria.

Newsletter é diferente de ter seguidores

Imagine uma pequena empresa com 30 mil seguidores em uma rede social.

Ela publica uma novidade importante.

Talvez apenas uma parcela dos seguidores receba aquela publicação.

Agora imagine que a empresa possua uma newsletter com 10 mil assinantes.

Ela pode enviar a mensagem diretamente para essa base.

Isso não garante 10 mil leituras.

Mas cria uma relação diferente.

O assinante tomou uma ação explícita para receber aquele conteúdo.

Esse comportamento também ajuda a explicar o crescimento das newsletters pagas.

Em março de 2025, o Substack anunciou ter ultrapassado 5 milhões de assinaturas pagas em sua plataforma. Atualmente, a própria empresa continua utilizando a marca de mais de 5 milhões de assinaturas pagas em sua apresentação institucional.

O fenômeno mostra que parte da audiência não está apenas disposta a fornecer um endereço de email.

Está disposta a pagar por conteúdo considerado suficientemente relevante.

O crescimento da economia dos criadores ajudou

Durante muito tempo, uma pessoa que desejava construir uma publicação precisava desenvolver um site, configurar pagamentos, administrar uma plataforma de email e encontrar formas de distribuir o conteúdo.

Hoje esse processo é muito mais simples.

Substack, beehiiv e outras plataformas reúnem publicação, gestão de assinantes, analytics, pagamentos e diferentes ferramentas de crescimento.

Isso reduziu a barreira de entrada.

Um especialista pode criar uma newsletter sobre inteligência artificial.

Um analista financeiro pode produzir conteúdo para investidores.

Um desenvolvedor pode publicar análises semanais sobre programação.

Uma empresa pode desenvolver uma newsletter especializada para clientes de determinado setor.

Alguns desses projetos acabam se transformando em pequenas empresas de mídia.

A expansão aparece também nos números das plataformas.

Em janeiro de 2026, a Reuters informou que a beehiiv esperava praticamente dobrar sua receita anual para US$50 milhões durante o ano. Naquele momento, a plataforma tinha mais de 40 mil usuários ativos mensalmente e aproximadamente 15 mil clientes pagantes.

Esses dados não representam todo o mercado de newsletters, mas ajudam a mostrar a intensidade do movimento.

Nichos pequenos podem construir audiências valiosas

Outra característica importante das newsletters é que uma audiência não precisa ser gigantesca para possuir valor.

Nas redes sociais, números como milhões de visualizações e centenas de milhares de seguidores recebem muita atenção.

Newsletters podem operar de outra maneira.

Uma publicação voltada para gestores de segurança digital pode possuir apenas alguns milhares de leitores e ainda assim alcançar um público extremamente específico.

Uma newsletter sobre comércio eletrônico pode ser acompanhada principalmente por lojistas.

Outra sobre desenvolvimento de software pode ter entre seus leitores engenheiros e líderes técnicos.

Para empresas B2B, esse nível de especialização pode ser mais valioso do que grande alcance genérico.

A lógica também aparece nas newsletters pagas.

Dados publicados pela beehiiv em junho de 2026 indicaram forte variação de desempenho dependendo do nicho e mostraram que tamanho da audiência, isoladamente, não determina a capacidade de monetização. Na plataforma, a receita de assinaturas pagas cresceu de US$8 milhões em 2024 para US$19 milhões em 2025.

Isso ajuda a explicar por que especialistas estão criando publicações extremamente específicas.

Não é necessário falar com todo mundo.

É necessário ser relevante para as pessoas certas.

A saturação de conteúdo também favorece a curadoria

Existe outro problema em 2026: informação demais.

Inteligência artificial reduziu drasticamente o custo de produção de textos, imagens e vídeos.

Todos os dias existe uma quantidade enorme de conteúdo competindo pela atenção das pessoas.

Nesse ambiente, uma newsletter pode assumir outra função:

curadoria.

O leitor não necessariamente quer encontrar cinquenta notícias.

Pode querer receber cinco realmente importantes.

Uma boa newsletter pode funcionar como um filtro.

Em vez de simplesmente repetir aquilo que aconteceu durante a semana, o autor pode explicar:

o que aconteceu;

por que isso importa;

qual contexto está faltando;

o que merece acompanhamento.

Essa capacidade de selecionar e interpretar informação se torna especialmente relevante em um ambiente saturado por conteúdo automatizado.

Por isso, newsletters com personalidade editorial clara possuem uma vantagem.

O leitor não está assinando apenas um assunto.

Está escolhendo uma maneira específica de interpretar aquele assunto.

Email cria hábito

Uma publicação em uma rede social aparece entre dezenas de outros conteúdos.

Uma newsletter pode desenvolver uma relação mais previsível.

Toda segunda-feira pela manhã.

Toda sexta-feira à tarde.

Uma vez por mês.

Quando existe consistência, o conteúdo começa a fazer parte da rotina do leitor.

Esse hábito possui grande valor.

Uma pessoa pode acompanhar uma newsletter durante meses antes de comprar qualquer produto daquela empresa.

Durante esse período, a marca continua aparecendo de forma útil.

Isso cria familiaridade.

Para empresas que vendem produtos ou serviços com ciclos de decisão mais longos, esse relacionamento pode ser particularmente importante.

Um potencial cliente talvez não esteja preparado para contratar uma consultoria hoje.

Se continuar recebendo análises relevantes durante seis meses, a situação pode ser diferente quando surgir uma necessidade.

Newsletter e email promocional não são a mesma coisa

Esse ponto é fundamental.

Enviar promoções por email não significa necessariamente possuir uma newsletter.

Uma campanha promocional normalmente possui um objetivo comercial imediato.

“20% de desconto até domingo.”

“Conheça nosso novo produto.”

“Últimas unidades disponíveis.”

Uma newsletter pode ter uma função editorial.

Ela pode trazer análises, notícias, tutoriais, opiniões, pesquisas ou curadoria.

Isso não significa que newsletters não possam vender.

Podem.

Mas o leitor possui um motivo para continuar inscrito mesmo quando não pretende comprar.

Esse equilíbrio é importante.

Uma lista que recebe apenas promoções pode rapidamente perder interesse.

Uma newsletter que entrega informação útil cria uma razão recorrente para permanecer na base.

Inteligência artificial também está mudando o email marketing

IA não está apenas competindo pela atenção do consumidor.

Também está transformando a produção de emails.

Ferramentas atuais conseguem ajudar na criação de assuntos, segmentação, análise de campanhas, personalização e automação.

O Mailchimp, por exemplo, colocou inteligência artificial, segmentação mais sofisticada, otimização para dispositivos móveis e estratégias de dados orientadas à privacidade entre as principais tendências do email marketing em 2026.

A empresa também adicionou ao longo de 2026 recursos de IA voltados à análise de desempenho de campanhas.

Existe, entretanto, o mesmo risco observado em outras áreas de conteúdo.

Se todo mundo utilizar IA para produzir mensagens genéricas, a caixa de entrada ficará ainda mais parecida.

A vantagem não está em simplesmente gerar mais emails.

Está em utilizar a automação para liberar tempo e produzir comunicação mais relevante.

Personalização está ficando mais sofisticada

Durante muito tempo, personalizar email significava inserir o nome da pessoa no início da mensagem.

“Olá, Bruno.”

Isso ainda pode ser utilizado, mas a segmentação moderna vai muito além.

Uma loja virtual pode criar mensagens diferentes para:

clientes novos;

clientes recorrentes;

pessoas que abandonaram o carrinho;

clientes que compraram determinada categoria;

usuários que não compram há vários meses.

Uma empresa B2B pode separar contatos por setor, tamanho da organização, interesse ou estágio comercial.

Isso permite reduzir a quantidade de mensagens irrelevantes.

Em vez de enviar tudo para todo mundo, a empresa tenta entregar aquilo que faz sentido para cada segmento.

Essa lógica é particularmente importante porque a tolerância a email indesejado é baixa.

Entregabilidade se tornou assunto sério

O crescimento do e-mail também vem acompanhado de regras mais rígidas.

Desde fevereiro de 2024, o Gmail passou a exigir autenticação e outras práticas de remetentes.

Para aqueles que enviam aproximadamente 5 mil mensagens ou mais por dia para contas pessoais do Gmail, existem requisitos adicionais envolvendo SPF, DKIM, DMARC, cancelamento de inscrição com um clique e controle das taxas de spam.

Desde novembro de 2025, o Google intensificou a aplicação dessas regras, incluindo rejeições temporárias ou permanentes para determinados tráfegos que não estejam em conformidade.

Isso torna uma coisa clara:

comprar listas e começar a disparar milhares de mensagens não representa uma boa estratégia.

Uma newsletter saudável depende de consentimento, reputação e interesse real.

É preferível possuir 5 mil pessoas que escolheram receber o conteúdo do que 100 mil endereços adquiridos sem relacionamento com a marca.

Métricas também precisam ser interpretadas melhor

A taxa de abertura foi durante muito tempo uma das principais métricas do email marketing.

Ela ainda pode oferecer contexto, mas ficou menos precisa devido a mecanismos de privacidade que podem carregar elementos de mensagens automaticamente.

Por isso, métricas como cliques, conversões, respostas e cancelamentos podem oferecer sinais adicionais.

O Email Benchmarking Report 2026 da Data & Marketing Association apontou desempenho forte do canal no mercado britânico analisado, incluindo melhora de entregabilidade, queda nos cancelamentos e níveis recordes de taxa de cliques.

Uma empresa deve analisar principalmente aquilo que está relacionado ao objetivo da newsletter.

Se o objetivo é levar leitores ao site, cliques importam.

Se é gerar vendas, as conversões importam.

Se é desenvolver uma comunidade, respostas podem ser um indicador relevante.

Como uma empresa pode utilizar newsletters em 2026

Existem diferentes modelos.

Uma empresa de tecnologia pode enviar semanalmente as principais notícias do setor acompanhadas de análises.

Uma agência de marketing pode distribuir estudos de caso, atualizações de plataformas e estratégias práticas.

Uma loja virtual pode combinar conteúdo editorial com produtos relacionados.

Uma empresa B2B pode criar uma newsletter executiva mensal destinada a gestores.

Um portal como a in tree pode utilizar email para entregar uma seleção dos melhores conteúdos publicados durante a semana.

Nesse caso, a newsletter também ajuda a trazer leitores novamente para o site.

O importante é existir uma proposta clara.

Por que alguém deveria fornecer seu email?

“Cadastre-se em nossa newsletter” explica o mecanismo.

Não explica o benefício.

Uma proposta melhor poderia ser:

“Receba toda sexta-feira as principais notícias de tecnologia, internet e marketing acompanhadas de contexto e análises práticas.”

Agora existe uma expectativa clara.

Frequência não precisa significar envio diário

Outra decisão envolve frequência.

Não existe regra universal.

Algumas newsletters funcionam diariamente porque acompanham notícias.

Outras são semanais.

Existem também publicações quinzenais ou mensais.

O melhor calendário é aquele que permite produzir conteúdo com qualidade de maneira consistente.

Enviar diariamente apenas porque uma ferramenta permite automação pode gerar mensagens repetitivas e aumentar fadiga.

Uma boa newsletter semanal pode oferecer mais valor do que sete emails sem profundidade.

A consistência também ajuda o leitor a saber o que esperar.

Redes sociais e newsletter devem trabalhar juntas

O crescimento das newsletters não significa que as redes sociais perderam importância.

Na verdade, os dois canais podem cumprir funções diferentes.

Redes sociais possuem grande capacidade de descoberta.

Um Reel pode alcançar milhares de pessoas que nunca ouviram falar de uma empresa.

Uma newsletter funciona melhor para aprofundar o relacionamento com quem decidiu permanecer conectado.

A estratégia pode funcionar assim:

rede social gera descoberta;

site oferece aprofundamento;

newsletter mantém relacionamento;

produto ou serviço gera monetização.

Essa combinação reduz a dependência de um único canal.

Newsletters também estão virando negócios próprios

Para publishers e criadores, existe ainda outra transformação.

A newsletter deixou de ser apenas ferramenta de marketing e passou a ser o próprio produto.

Existem diferentes modelos de monetização:

assinaturas pagas;

patrocínios;

publicidade;

produtos próprios;

eventos;

comunidades;

serviços;

programas de afiliados.

A beehiiv reportou que sua receita de assinaturas pagas cresceu 138% em 2025 e projetou continuidade desse crescimento em 2026.

O Substack, por sua vez, combina assinaturas com recursos de descoberta, vídeo, podcasts e ferramentas sociais, aproximando cada vez mais newsletter e plataforma de mídia.

Isso explica por que o mercado atual vai além de simplesmente “mandar emails”.

As newsletters estão se tornando pequenas marcas de mídia.

O email realmente voltou?

Talvez “voltou” não seja a palavra mais precisa.

Email sempre esteve presente.

Empresas nunca deixaram completamente de utilizá-lo para vendas, comunicação e relacionamento.

O que mudou foi sua posição dentro da estratégia.

Depois de anos em que crescimento nas redes sociais parecia suficiente para construir audiência, empresas e criadores estão redescobrindo o valor de possuir um canal direto com pessoas que decidiram receber seu conteúdo.

Ao mesmo tempo, ferramentas melhores tornaram muito mais simples publicar, distribuir, segmentar, analisar e monetizar newsletters.

O resultado é uma nova fase do email.

Menos parecido com os antigos disparos promocionais em massa.

Mais próximo de uma relação editorial contínua.

Conclusão

O ressurgimento das newsletters em 2026 não acontece porque o email subitamente se tornou uma tecnologia nova.

Acontece porque o restante da internet mudou.

Feeds ficaram mais algorítmicos.

A produção de conteúdo explodiu com inteligência artificial.

A competição por atenção aumentou.

Criadores passaram a procurar modelos de receita mais diretos.

Empresas começaram a perceber os riscos de depender exclusivamente de plataformas que controlam sua distribuição.

Nesse ambiente, uma lista de assinantes voluntários ganha valor.

Ela permite construir relacionamento ao longo do tempo, segmentar comunicação, distribuir conteúdo e acompanhar resultados de maneira relativamente direta.

Mas isso não significa que qualquer newsletter funcionará.

A caixa de entrada também é competitiva.

Conteúdo genérico, excesso de promoções e mensagens não solicitadas dificilmente constroem relacionamento sustentável.

As newsletters que estão ganhando espaço possuem uma lógica bastante simples:

oferecem uma razão para o leitor abrir o próximo email.

Pode ser informação.

Curadoria.

Conhecimento especializado.

Análise.

Entretenimento.

Ou acesso a uma comunidade.

Em 2026, talvez esse seja o verdadeiro motivo para o email estar novamente em evidência.

Em uma internet cada vez mais controlada por sistemas de recomendação, a caixa de entrada continua sendo um dos poucos lugares onde uma audiência pode decidir diretamente quem deseja acompanhar.

Please follow and like us:
Compartilhe este artigo
WhatsApp E-mail

Continue a leitura

A importancia do Storytelling
Blog

Storytelling visual: Usando design para contar histórias que vendem

O storytelling visual usa design, imagens, tipografia, contraste, composição, movimento e hierarquia para construir narrativas capazes de conduzir a atenção e aproximar o público de uma ação. Em vez de apenas apresentar produtos ou serviços, a estratégia mostra contexto, problema, transformação, prova visual e solução, colocando o cliente como protagonista e utilizando o design como parte ativa da comunicação.

agencia.sekoia@gmail.com
tom de voz e consistencia entre canais
Blog

Tom de voz da marca: Como criar consistência em todos os canais

O tom de voz ajuda a manter a comunicação de uma marca consistente em diferentes canais, como site, redes sociais, email, atendimento e anúncios. Enquanto a voz representa características mais estáveis da personalidade da marca, o tom se adapta ao contexto. Em 2026, com o uso crescente de inteligência artificial na produção de conteúdo, documentar essas diretrizes se tornou ainda mais importante para preservar identidade, clareza e reconhecimento.

agencia.sekoia@gmail.com
programas de fidelidade e engajamento de clientes
Blog

Programas de fidelidade que realmente engajam clientes

Programas de fidelidade continuam relevantes em 2026, mas o desafio deixou de ser apenas conquistar cadastros e passou a ser manter clientes realmente ativos. As estratégias mais eficientes combinam benefícios financeiros, simplicidade, personalização, experiências, reconhecimento, gamificação e integração entre canais. Mais do que acumular pontos, o cliente precisa perceber valor, acompanhar seu progresso e encontrar motivos claros para continuar participando.

agencia.sekoia@gmail.com