Governos são os principais alvos de ciberataques em 2026, aponta Microsoft
Relatório da Microsoft revela que governos concentraram 27% das atividades cibernéticas maliciosas observadas em 2026. Entenda os riscos e os casos no Brasil.

Órgãos governamentais e serviços públicos se tornaram o setor mais afetado pelas ameaças cibernéticas observadas pela Microsoft em 2026. Segundo o novo Microsoft Digital Defense Report, divulgado em 1º de outubro, essas organizações concentraram 27% da atividade maliciosa identificada pela companhia, contra 17% na edição anterior.
O levantamento considera dados coletados entre julho de 2025 e junho de 2026 e mostra como instituições públicas continuam sendo alvos de diferentes tipos de ameaças, incluindo roubo de dados, espionagem e tentativas de interromper serviços essenciais.
A Microsoft atribui essa exposição à combinação de informações sensíveis, sistemas interconectados e dependência de infraestruturas digitais para o funcionamento de atividades governamentais.
O cenário também desperta atenção no Brasil, onde ataques anteriores já comprometeram sistemas de prefeituras, interromperam atendimentos públicos e afetaram as plataformas de saúde.
Em resumo
- Governos e serviços públicos concentraram 27% da atividade cibernética maliciosa observada pela Microsoft em 2026.
- O percentual era de 17% no relatório de 2025, uma diferença de 10 pontos percentuais.
- Empresas de tecnologia aparecem com 17%, seguidas por instituições de pesquisa e educação superior, com 14%.
- Os criminosos exploram credenciais comprometidas, sistemas vulneráveis e relações de confiança entre organizações.
- O relatório aponta que 63% das intrusões analisadas envolveram roubo de dados.
- Prefeituras e sistemas públicos brasileiros já tiveram serviços interrompidos por ataques em anos anteriores.
- A Microsoft recomenda fortalecer autenticação, monitoramento, proteção de dados e planos de continuidade operacional.
Nota sobre os números: os 27% representam a distribuição da atividade observada pela Microsoft em sua base de inteligência de ameaças. Não significa que 27% de todos os ataques cibernéticos existentes no mundo atingiram governos.
O que revela o Microsoft Digital Defense Report 2026?
O Microsoft Digital Defense Report é uma publicação anual que reúne informações sobre ameaças digitais identificadas pela infraestrutura de segurança da companhia.
A edição de 2026 utiliza dados de produtos, sistemas de detecção, pesquisas e operações de resposta a incidentes.
Segundo a Microsoft, sua infraestrutura processa mais de 165 trilhões de sinais de segurança diariamente, incluindo atividades identificadas em redes, dispositivos e serviços digitais.
Esses dados permitem observar padrões de comportamento utilizados por criminosos e outros agentes envolvidos em operações cibernéticas.
Entre os resultados apresentados, a distribuição setorial evidencia a exposição das organizações governamentais.
PARTICIPAÇÃO NA ATIVIDADE MALICIOSA OBSERVADA
27%
Órgãos e serviços governamentais
Participação global registrada no relatório de 2026.
Relatório de 2025
17%
Diferença entre edições
+10 p.p.
Fonte: Microsoft Digital Defense Report 2026, publicado em 01/10/2026.
O crescimento de dez pontos percentuais indica um aumento da participação relativa dos governos nas ameaças observadas.
Entretanto, o percentual não permite determinar isoladamente quanto cresceu o número absoluto de ataques.
Para isso, seria necessário considerar os volumes e os critérios de amostragem utilizados nas duas edições.
Quais setores foram mais afetados?
O relatório apresenta os seguintes percentuais globais para os três primeiros setores:
Setores mais afetados por ameaças cibernéticas
Participação na atividade maliciosa global observada pela Microsoft em 2026. Apenas os três setores com percentuais explicitados nesta seleção.
Os três setores representam juntos 58% da atividade classificada nesse recorte.
A distribuição demonstra a concentração das ameaças em organizações que administram grandes quantidades de informações, serviços tecnológicos e sistemas considerados importantes para a sociedade.
É importante diferenciar esse levantamento global de outros recortes apresentados no mesmo relatório.
Nas análises específicas de governos estaduais e locais, educação e infraestrutura crítica, realizadas entre novembro de 2025 e abril de 2026, a distribuição é diferente.
Nesse conjunto, pesquisa e academia aparecem com 38% dos ataques observados, sistemas de transporte com 22% e órgãos governamentais com 13%.
Os percentuais não se contradizem: representam populações e períodos de observação distintos.
Por que os governos são alvos frequentes de ataques hackers?
Instituições públicas concentram características que despertam o interesse de diferentes grupos envolvidos em operações cibernéticas.
A primeira é a quantidade de informações administradas.
Governos armazenam dados de identificação pessoal, registros administrativos, informações fiscais, documentos e outros registros relacionados aos cidadãos.
Quando comprometidas, essas informações podem ser utilizadas para fraudes, extorsão ou outras atividades criminosas.
O segundo fator está na importância dos serviços prestados.
Sistemas governamentais participam do funcionamento de hospitais, escolas, transportes, administração tributária e infraestrutura pública.
A interrupção dessas operações pode afetar diretamente a população.
A Microsoft também destaca que essas organizações integram redes complexas de fornecedores, prestadores de serviços e operadores de infraestrutura crítica.
Isso significa que uma vulnerabilidade não precisa necessariamente estar localizada no sistema principal de um órgão.
Um fornecedor comprometido pode representar um caminho indireto para alcançar informações ou serviços de outras organizações.
Orçamentos limitados e sistemas antigos aumentam os desafios
Outro problema envolve a manutenção da infraestrutura tecnológica.
Nem todos os órgãos públicos possuem recursos suficientes para substituir rapidamente equipamentos, atualizar aplicações ou manter equipes especializadas em segurança digital.
Em sua análise de 2025, a Microsoft destacou que governos locais e hospitais podem operar com orçamentos limitados para cibersegurança e capacidade reduzida de resposta a incidentes.
A empresa também apontou que essas condições podem contribuir para a manutenção de softwares desatualizados.
Entretanto, isso não significa que todos os órgãos públicos apresentem o mesmo nível de vulnerabilidade.
A exposição depende da infraestrutura utilizada, da capacidade das equipes e dos mecanismos de proteção implementados.
Organizações com recursos semelhantes podem apresentar resultados bastante diferentes conforme suas práticas de segurança.
Quais são os ataques mais utilizados contra órgãos públicos?
O relatório aponta que os ataques modernos frequentemente exploram identidades digitais e relações de confiança.
Em vez de depender exclusivamente de vulnerabilidades técnicas complexas, criminosos procuram utilizar credenciais legítimas ou convencer usuários a executar determinadas operações.
Entre os mecanismos discutidos pela Microsoft estão:
Phishing: mensagens fraudulentas que procuram obter senhas, códigos de autenticação ou outras informações.
Ransomware: programas maliciosos que podem bloquear arquivos e sistemas, frequentemente acompanhados de exigências de pagamento.
Roubo de credenciais: obtenção de informações de acesso que permitem ao invasor se passar por um usuário autorizado.
Exploração de vulnerabilidades: utilização de falhas em sistemas, aplicações ou dispositivos conectados à rede.
Comprometimento de fornecedores: ataques que utilizam empresas terceirizadas como caminho para alcançar outras organizações.
A Microsoft identificou que 63% das intrusões incluídas em determinado conjunto de análises envolveram roubo de dados.
O relatório também aponta que 52,2% das interrupções realizadas por meio de contas válidas envolveram roubo posterior de credenciais.
Esses indicadores mostram como a proteção de identidades continua relevante.
Mesmo quando uma organização possui sistemas atualizados, a utilização indevida de uma conta autorizada pode permitir que invasores realizem operações que inicialmente se parecem com atividades legítimas.
Brasil também registra ataques a prefeituras e serviços públicos
Embora o Microsoft Digital Defense Report apresente dados globais, o Brasil possui exemplos documentados dos impactos de incidentes cibernéticos sobre a administração pública.
Os casos abaixo ocorreram em anos anteriores ou no início de 2026. Eles ilustram os possíveis efeitos desse tipo de ataque, mas não fazem parte, necessariamente, da amostra utilizada para calcular os 27% apresentados pela Microsoft.
Porto Velho (RO): ataque prejudicou serviços de saúde em 2024
Em 26 de janeiro de 2024, a Prefeitura de Porto Velho informou que sua infraestrutura tecnológica havia sido alvo de um ataque do tipo DDoS.
Nesse tipo de ataque, um grande volume de solicitações é direcionado a sistemas ou servidores para provocar sobrecarga e indisponibilidade.
Segundo a Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação, o incidente interrompeu temporariamente aplicações utilizadas pela administração municipal.
Entre os serviços prejudicados estavam sistemas utilizados por unidades de pronto atendimento, que precisavam realizar procedimentos manualmente.
A prefeitura esclareceu que não identificou alteração ou invasão dos dados, mas confirmou o impacto sobre a disponibilidade dos serviços.
O episódio demonstra que um ciberataque não precisa necessariamente resultar no roubo de informações para prejudicar a população.
A interrupção de sistemas pode, por si só, comprometer atividades essenciais.
Laranjal Paulista (SP): Sistemas ficaram temporariamente indisponíveis
Outro episódio ocorreu em setembro de 2024.
A Prefeitura de Laranjal Paulista informou que seus sistemas haviam sido alvo de uma tentativa de ataque cibernético durante a madrugada de 30 de setembro.
Segundo o comunicado oficial, as medidas de segurança conseguiram conter a invasão, mas determinados danos foram registrados.
Como consequência, alguns serviços e o acesso à internet no Paço Municipal ficarão temporariamente indisponíveis.
A administração também informou que encaminhará o caso às autoridades policiais e judiciais.
O incidente evidencia que mesmo tentativas de invasão contidas podem provocar interrupções operacionais.
Pinheiro Preto (SC): Ransomware comprometeu sistemas em 2024
Um exemplo ocorrido em Santa Catarina aparece em documentação técnica da Prefeitura de Pinheiro Preto.
Segundo estudo técnico publicado pelo município, a administração sofreu um ataque de ransomware entre 7 e 12 de setembro de 2024.
O documento relata que o incidente comprometeu dados sob gestão municipal, incluindo o servidor de backup local.
As informações foram criptografadas, comprometendo o funcionamento da infraestrutura.
A recuperação exigiu procedimentos especializados de restauração dos sistemas e serviços críticos.
O caso demonstra a importância de manter cópias de segurança protegidas e, preferencialmente, isoladas dos sistemas de produção.
Quando os backups estão expostos ao mesmo ambiente comprometido, a recuperação pode se tornar mais difícil.
Cerro Branco (RS): Ataque interrompe atendimentos em janeiro de 2026
O caso mais recente ocorreu em Cerro Branco, no Rio Grande do Sul.
Em 7 de janeiro de 2026, a prefeitura comunicou a suspensão temporária de atendimentos aos contribuintes após um ataque de ransomware.
O incidente bloqueou o acesso a dados administrativos e prejudicou setores que dependiam do sistema informatizado.
Segundo a administração municipal, as unidades básicas de saúde continuaram funcionando, mas precisaram realizar parte dos atendimentos manualmente, sem utilizar os sistemas integrados.
Naquele momento, ainda não havia previsão exata para o restabelecimento completo das atividades.
Esse episódio mostra como a interrupção de um sistema administrativo pode afetar diferentes serviços ao mesmo tempo.
ConecteSUS: ataque ao Ministério da Saúde afetou serviços nacionais
Um dos episódios mais conhecidos no Brasil ocorreu em dezembro de 2021.
Na ocasião, sistemas do Ministério da Saúde foram comprometidos por um incidente cibernético que afetou serviços como o ConecteSUS, o e-SUS Notifica e o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) informou que acompanhava o incidente e solicitou esclarecimentos ao Ministério da Saúde.
O episódio também foi analisado pelo Tribunal de Contas da União.
Segundo documentação do TCU, a indisponibilidade afetou a emissão de certificados e o acesso a informações de vacinação, com restabelecimento gradual dos sistemas.
É importante diferenciar esse caso de um ataque de ransomware convencional.
Em documentação posterior, a ANPD registrou que o incidente envolveu destruição de componentes do ambiente tecnológico, sem evidências de extração de dados na investigação descrita.
O caso demonstra o alcance que uma falha em sistemas federais pode ter sobre serviços utilizados por milhões de brasileiros.
Inteligência artificial está tornando os ciberataques mais complexos?
A inteligência artificial aparece como um dos temas centrais do relatório de 2026.
Segundo a Microsoft, ferramentas de IA estão modificando a velocidade com que determinadas atividades maliciosas podem ser realizadas.
Entre as aplicações observadas estão a criação de mensagens fraudulentas mais convincentes, automação de operações e apoio à identificação de vulnerabilidades.
A companhia destaca que essas tecnologias podem reduzir o esforço necessário para executar determinadas etapas de um ataque.
Isso não significa, entretanto, que todos os incidentes identificados sejam produzidos por inteligência artificial.
Boa parte das ameaças continua explorando problemas conhecidos, como credenciais comprometidas e acessos mal protegidos.
A IA também é utilizada pelas equipes de defesa.
Sistemas automatizados podem identificar comportamentos suspeitos, relacionar alertas e auxiliar profissionais de segurança a investigar incidentes.
A Microsoft relata que organizações que utilizam seu Security Copilot observaram redução de 60% a 70% no tempo necessário para resumir ameaças, conforme os dados apresentados no relatório.
Essa medição se refere à atividade específica de elaboração de resumos e não significa que todos os ataques sejam solucionados 70% mais rapidamente.
O que o relatório recomenda para proteger serviços públicos?
A Microsoft defende que a segurança digital precisa ser tratada como parte da continuidade operacional das organizações.
Isso significa que proteger servidores e redes não é suficiente.
Também é necessário garantir que serviços essenciais possam continuar funcionando ou sejam recuperados rapidamente após um incidente.
Entre as medidas destacadas estão:
- Autenticação multifator: utilizar fatores adicionais de autenticação, preferencialmente resistentes a phishing, para proteger as contas.
- Controle de permissões: restringir o acesso dos usuários e sistemas apenas aos recursos necessários.
- Atualização contínua: corrigir vulnerabilidades conhecidas em aplicações e infraestrutura.
- Monitoramento integrado: relacionar informações de dispositivos, redes, aplicações e serviços em nuvem.
- Proteção dos dados: limitar o compartilhamento desnecessário de informações sensíveis.
- Planos de continuidade: estabelecer procedimentos para manter serviços críticos durante incidentes.
- Cooperação entre organizações: compartilhar informações relevantes sobre ameaças e coordenar respostas.
Essas recomendações aparecem entre as principais conclusões do Microsoft Digital Defense Report 2026.
A necessidade de continuidade é especialmente relevante para órgãos públicos.
Uma empresa pode enfrentar perdas financeiras quando seus sistemas ficam indisponíveis.
Já uma prefeitura ou instituição de saúde também pode comprometer a prestação de serviços utilizados diariamente pela população.
Por isso, os procedimentos de recuperação precisam considerar tanto a restauração tecnológica quanto o atendimento aos cidadãos.
Brasil possui estrutura para responder a incidentes cibernéticos?
O Governo Federal mantém o Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo, conhecido como CTIR Gov.
O órgão atua na prevenção, tratamento e resposta a incidentes relacionados à administração pública federal.
Entre suas atividades estão a emissão de alertas, divulgação de recomendações e apoio ao tratamento de ocorrências.
Entretanto, a existência de estruturas federais não elimina a necessidade de investimentos específicos por estados e municípios.
As administrações locais possuem diferentes capacidades tecnológicas, estruturas de pessoal e recursos financeiros.
Casos como os de Porto Velho, Pinheiro Preto e Cerro Branco mostram que incidentes podem afetar instituições de portes e regiões diferentes.
A prevenção, portanto, depende da combinação de infraestrutura, procedimentos operacionais e capacitação dos profissionais responsáveis.
O que muda para os cidadãos?
O crescimento da participação dos governos nas ameaças observadas pela Microsoft reforça a importância da segurança de serviços digitais.
Portais públicos, plataformas de saúde, sistemas tributários e aplicações administrativas concentram informações e funcionalidades utilizadas diariamente.
Quando esses sistemas são comprometidos, as consequências podem incluir interrupções de atendimento, dificuldade para acessar documentos e exposição de informações, conforme a natureza do incidente.
Entretanto, um ataque a um órgão público não significa automaticamente que todos os dados armazenados tenham sido vazados.
É necessário verificar as informações divulgadas pela instituição afetada e os resultados das investigações.
Para os cidadãos, também é importante utilizar apenas canais oficiais, desconfiar de mensagens que solicitem credenciais e manter mecanismos de autenticação disponíveis em suas contas.
O relatório da Microsoft demonstra que a segurança digital deixou de ser uma questão restrita às equipes de tecnologia.
A capacidade de proteger sistemas e manter serviços funcionando tornou-se uma condição importante para a continuidade das atividades de governos e instituições públicas.
Perguntas frequentes
Qual setor sofreu mais ciberameaças em 2026?
Segundo o Microsoft Digital Defense Report 2026, órgãos e serviços governamentais lideraram a distribuição da atividade maliciosa global observada pela empresa, com participação de 27%.
Os ataques contra governos aumentaram em 2026?
A participação relativa passou de 17% na edição de 2025 para 27% na edição de 2026. Isso corresponde a um aumento de dez pontos percentuais na atividade observada, mas não permite determinar, isoladamente, a variação do número absoluto de ataques.
Por que os órgãos públicos são alvos de hackers?
Governos armazenam informações sensíveis, administram serviços essenciais e mantêm relações com fornecedores e outras instituições. Essas características podem atrair tanto criminosos motivados financeiramente quanto grupos interessados em espionagem.
Prefeituras brasileiras já sofreram ataques de ransomware?
Sim. A Prefeitura de Pinheiro Preto, em Santa Catarina, documentou um incidente em setembro de 2024. Cerro Branco, no Rio Grande do Sul, também confirmou um ataque em janeiro de 2026 que interrompeu os atendimentos administrativos.
A inteligência artificial está sendo utilizada em ciberataques?
Sim. A Microsoft identificou aplicações de IA na automação e ampliação de atividades maliciosas. A tecnologia também é utilizada por equipes de defesa para identificação de ameaças e investigação de incidentes.
O que é o Microsoft Digital Defense Report?
É um relatório anual da Microsoft que reúne análises de sua equipe de inteligência de ameaças e de outras operações de segurança. A edição de 2026 foi divulgada em 1º de outubro e analisa tendências observadas principalmente entre julho de 2025 e junho de 2026.
Fontes consultadas
Relatório principal
Microsoft Digital Defense Report 2026 — Microsoft, publicado em 1º de outubro de 2026.
A publicação oficial apresenta a distribuição das ameaças por setor, os principais métodos de ataque, os riscos relacionados à inteligência artificial e as recomendações de segurança.
Consultar relatório oficial e gráficos interativos
Acessar o PDF integral do Microsoft Digital Defense Report 2026
O PDF integral foi localizado no endereço oficial de distribuição da Microsoft, mas seu conteúdo completo não pôde ser extraído pela ferramenta de consulta. Os números utilizados nesta matéria foram conferidos na página oficial do relatório e nas publicações complementares da empresa.
Publicações e documentos complementares
| Fonte | Informação utilizada |
| Microsoft — Preparando governos para uma era de riscos cibernéticos interconectados | Confirmação dos 27%, comparação com 2025 e riscos para governos. |
| Microsoft — Insights from the 2026 Digital Defense Report | Metodologia geral, tendências e consequências da expansão da IA. |
| Prefeitura de Porto Velho — Nota pública | Ataque DDoS e interrupção de aplicações em janeiro de 2024. |
| Prefeitura de Laranjal Paulista — Ataque cibernético | Tentativa de invasão em setembro de 2024. |
| Prefeitura de Pinheiro Preto — Estudo técnico preliminar | Documentação do ataque de ransomware de setembro de 2024. |
| Prefeitura de Cerro Branco — Comunicado oficial | Suspensão de atendimentos em janeiro de 2026. |
| TCU — Acompanhamento do incidente no Ministério da Saúde | Consequências do ataque de dezembro de 2021 e recuperação dos sistemas. |




